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de 150 índios provocaram um incêndio e voltaram a cortar árvores
em propriedade da empresa Aracruz Celulose, no norte do Espírito Santo,
como forma de pressionar o Ministério da Justiça a decidir sobre
a demarcação de terras indígenas. Tupiniquins
e guaranis querem acelerar o processo administrativo que estuda a ampliação
em 11 mil hectares da reserva de Aracruz, quase toda em terras da empresa. Os
18 volumes de documentos em análise pela Fundação Nacional
do Índio (Funai) demonstram que as terras foram ocupadas historicamente
pelos índios. A Aracruz contesta, com fotos aéreas antigas. |