10/03/2009
 
 
O ministro da Justiça Tarso Genro perdeu por completo a postura, o senso de justiça e a coerência que deveriam ser pré-requisitos para assumir qualquer ministério.

Num curto espaço de tempo demonstrou que é na realidade um ministro do MST e da Ilegalidade.

Suas ações e seus discursos são absolutamente incompatíveis com àqueles que se esperam de um representante da lei e do Estado de Direito.

Dentre muitas incoerências e absurdos, Tarso Genro juntamente com o Secretário Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi estão à frente da farra de indenizações a ex-criminosos que intentaram um golpe armado de esquerda contra o país.

Não bastante essa imoralidade que sangra os cofres públicos com base em mentiras, agora a dupla têm tentado a todo custo revogar a lei da Anistia. Desejam por mero revanchismo reabrir feridas que já estavam cicatrizando e por puro revanchismo processar ex-militares e pior denegrir a imagem das Forças Armadas.

Para manter a incoerência total de suas ações, recentemente recusou-se a extraditar um terrorista e criminoso de esquerda italiano de nome Cesari Battisti.

Mas o currículo de Tarso do outro lado da linha da moralidade e legalidade é muito mais extenso.

Seu passado é nebuloso como o de Dilma e tantos outros terroristas e criminosos que militaram na esquerda revolucionária, cometeram crimes, foram anistiados e hoje estão no poder destruindo o país.

Como ministro da Justiça Tarso Genro foi peça fundamental na deportação para Cuba de boxeadores cubanos que desertaram da delegação durante os jogos Pan-Americanos para fugir da paradisíaca Ilha-Prisão.

Mas sem dúvida o faceta mais perigosa de Tarso Genro é a de ministro do MST e de movimentos similares que tão enfaticamente defende como “movimentos sociais”.

As manchetes de jornais dos últimos meses mostram claramente que o MST e movimentos surgidos no ninho da Pastoral da Terra são verdadeiramente terroristas progressivamente mais audaciosos e bárbaros.

A resposta do ministro tem sido defender os “movimentos sociais”, justificar seus crimes, manipular justiça e polícia para não “criminalizar” os aliados.

O ministro Tarso Genro por certo reescreveu a Constituição Brasileira e o Código Penal pois assassinatos, saques, seqüestros, roubos e outros crimes que a luz da legislação que nós brasileiros, tememos e respeitamos, são crimes.

Segundo as leis do ministro da Justiça ou do MST, homicídios cometidos por lideres do MST são classificados como mero “arrojo”.

Tudo tem acontecido com o beneplácito e apoio político e financeiro do Presidente Lula, que não exonera o ministro nem corta subvenções ao terrorismo. O máximo que faz é o clássico jogo de cena, de perante a mídia de forma muito branda condenar crimes bárbaros.

Segue uma breve compilação de manchetes mais recentes do jornal o GLOBO. Note-se a freqüência com que “movimentos sociais” e a imoralidade administrativa permeiam os jornais.

 
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo
 
 
 
 

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