| O ministro da
Justiça Tarso Genro perdeu por completo
a postura, o senso de justiça e a coerência
que deveriam ser pré-requisitos para
assumir qualquer ministério.
Num curto espaço de tempo demonstrou
que é na realidade um ministro do MST
e da Ilegalidade.
Suas ações e seus discursos
são absolutamente incompatíveis
com àqueles que se esperam de um representante
da lei e do Estado de Direito.
Dentre muitas incoerências e absurdos,
Tarso Genro juntamente com o Secretário
Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi
estão à frente da farra de indenizações
a ex-criminosos que intentaram um golpe armado
de esquerda contra o país.
Não bastante essa imoralidade que
sangra os cofres públicos com base
em mentiras, agora a dupla têm tentado
a todo custo revogar a lei da Anistia. Desejam
por mero revanchismo reabrir feridas que já
estavam cicatrizando e por puro revanchismo
processar ex-militares e pior denegrir a imagem
das Forças Armadas.
Para manter a incoerência total de
suas ações, recentemente recusou-se
a extraditar um terrorista e criminoso de
esquerda italiano de nome Cesari Battisti.
Mas o currículo de Tarso do outro
lado da linha da moralidade e legalidade é
muito mais extenso.
Seu passado é nebuloso como o de Dilma
e tantos outros terroristas e criminosos que
militaram na esquerda revolucionária,
cometeram crimes, foram anistiados e hoje
estão no poder destruindo o país.
Como ministro da Justiça Tarso Genro
foi peça fundamental na deportação
para Cuba de boxeadores cubanos que desertaram
da delegação durante os jogos
Pan-Americanos para fugir da paradisíaca
Ilha-Prisão.
Mas sem dúvida o faceta mais perigosa
de Tarso Genro é a de ministro do MST
e de movimentos similares que tão enfaticamente
defende como movimentos sociais.
As manchetes de jornais dos últimos
meses mostram claramente que o MST e movimentos
surgidos no ninho da Pastoral da Terra são
verdadeiramente terroristas progressivamente
mais audaciosos e bárbaros.
A resposta do ministro tem sido defender
os movimentos sociais, justificar
seus crimes, manipular justiça e polícia
para não criminalizar os
aliados.
O ministro Tarso Genro por certo reescreveu
a Constituição Brasileira e
o Código Penal pois assassinatos, saques,
seqüestros, roubos e outros crimes que
a luz da legislação que nós
brasileiros, tememos e respeitamos, são
crimes.
Segundo as leis do ministro da Justiça
ou do MST, homicídios cometidos por
lideres do MST são classificados como
mero arrojo.
Tudo tem acontecido com o beneplácito
e apoio político e financeiro do Presidente
Lula, que não exonera o ministro nem
corta subvenções ao terrorismo.
O máximo que faz é o clássico
jogo de cena, de perante a mídia de
forma muito branda condenar crimes bárbaros.
Segue uma breve compilação
de manchetes mais recentes do jornal o GLOBO.
Note-se a freqüência com que movimentos
sociais e a imoralidade administrativa
permeiam os jornais.
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