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O Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento (Mapa) divulgou ontem a lista de fazendas
aptas a fornecer bovinos para abate e venda da carne
in natura para a União Europeia (UE). A seleção
feita desde 2007 pelo governo europeu voltou a ser
gerenciada pelo Brasil, e conta com a presença
de 23 propriedades de 13 municípios da região
(veja tabela), das 1.948 fazendas do País credenciadas
para negociar com o bloco. Para ser incluído
no rol de aprovados da UE, o rebanho precisa estar
cadastrado no Sistema de Idetificação
e Certificação de Bovinos e Bubalinos
(Sisbov). A União Democrática Ruralista
(UDR) questiona os benefícios obtidos com a
inserção dos animais no programa de
rastreabilidade.
Para o diretor de Programas do Mapa, Ênio Marques,
o fato de o País ter retomado o gerenciamento
do processo e ser, de agora em diante, responsável
por publicar, quinzenalmente, a relação
das propriedades aprovadas para exportação
- a lista era antes publicada no Diário Europeu
- demonstra o reconhecimento dos avanços
no sistema brasileiro de rastreabilidade e a retomada
da confiança da União Europeia em relação
ao cumprimento das exigências de saúde
animal por parte do Brasil. Além disso,
segundo a pasta, os relatórios de auditoria
não precisarão mais ser transmitidos
para a Comissão Europeia.
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